segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

O resgate de uma música

Minha resposta aos bozoistas agora é o resgate de uma música. Não vale mais a pena discutir política com aqueles que não conseguiram antever a tragédia, quando desde o início a clareza dela era da magnitude e da intensidade do sol da nossa terra da luz. 

Preconizamos e alertamos incontáveis vezes para esta tragédia que foi esses quatro anos, está tudo provado porque está escrito nas redes sociais. E para eles, nada vale positivamente esta nossa perspicácia e antevisão, entretanto para nós, muito vale negativamente a teimosia, a inépcia, a incapacidade política deles de perceberem, porque não dizer, a maldade e, como disse Hannah Arendt, de fazerem uma banalidade deste mal: o genocídio conosco durante a peste da covid19 (700.000 mortos) e agora com os yanomamis (570 crianças mortas) por contaminação com o mercúrio, por malária, por programada ausência de cuidados médicos.

O Tribunal Penal Internacional diz que o crime de genocídio é “caracterizado pela intenção específica de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso matando seus membros, causando lesões corporais ou mentais, impor deliberadamente condições de vida para provocar sua destruição física total ou parcial, impor medidas destinadas a prevenir nascimentos ou transferir de forma forçada crianças de um grupo para outro.” 

Como o nosso querido poeta Vinicius de Moraes que dirigia aos militares, à época da ditadura de 1964, a expressão “Tonga da Mironga do Kabuletê”, que supostamente significa “Pêlo do Ânus da Mãe (deles)”, resgato a música e faço o mesmo ante alguns dos bozoistas.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Poema-adivinhação

Poema-adivinhação


Quem é que é a caçula linda

que filha de caçulas é

e se subir um grau até 

 caçulas as avós ainda? 


Tanto de caçulas assim

será bom presságio qualquer?

Não sei, mas adivinhe enfim

a caçula linda, quem é?


A força do amor


Ensaio de dança


 

domingo, 8 de janeiro de 2023

sábado, 7 de janeiro de 2023

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

Lulusitânia.(*)

Em um planalto litorâneo, havia um reino chamado Lulusitânia que era governado por um rei bom que morava num castelo com muitos amigos. O castelo era este:



Mas este rei estava cansado e queria passar o reino para outras mãos que ele preferia que fosse de uma princesa. Ele resolveu fazer a escolha com um concurso e chamou quatro artistas do reino para ver quem fazia a melhor obra de arte. As artistas sabiam que o rei gostava muito de animais e a primeira fez então uma égua.



A segunda artista esculpiu uma onça.



A terceira, uma cobra.



A quarta resolveu fazer uma jacaré.




O rei ficou impressionado com as obras de arte e não sabia escolher uma. Resolveu chamar a menina mais bonita da Lulusitânia para escolher. O nome dessa menina era Luiza com z e o rei pediu: "Escolhe, Luiza!"


A Luiza escolheu a linda eguazinha marrom e o rei, que tinha muitos poderes, resolveu transformar a obra de arte preferida em uma princesa que a partir de agora governará o reino da Lulusitânia.


A princesa era muito mais linda do que qualquer obra de arte:





(*) Na Beira-mar havia uma exposição de obras de arte em areia, fotografei e logo me lembrei da Luiza. Tive vontade de mostrar-lhe, mas só as fotos, talvez ela não se interessasse. Enquanto eu pedalava fui pensando numa estória para contar junto com as fotos. Como eu tinha acabado de fazer uma viagem a Portugal e lá eu tinha comprado um livro sobre sua história: "Da Lusitânia a Portugal - dois mil anos de história" que acabava de ler, resolvi criar a estória de um reino que tivesse contido o nome da Luiza (Lulu): Lulusitânia.

terça-feira, 27 de dezembro de 2022

domingo, 25 de dezembro de 2022

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Lixo da história


Lixo da história. 

Falta pouco. Antes que chegue o dia D do desabafo, quero lhes contar a origem do cotoco. 

Surgiu na chamada guerra dos 100 anos que, na verdade, foram 116 (1337-1453), entre franceses e ingleses. 

Antes da batalha de Crécy (norte da França, 26.08.1346 ), Felipe VI da França, ordenou aos seus cavaleiros que cortassem o dedo médio da mão de todos os ingleses que fossem apanhados após a vitória, para que nunca mais pudessem usar o arco ou segurar convenientemente a espada.

Sabendo do intuito de Felipe VI, os soldados ingleses, mostravam o dedo médio aos combatentes franceses, como provocação.

Depois da batalha que os ingleses triunfaram, eles mostraram aos franceses o seu dedo médio como símbolo de vitória. 

Entre nós brasileiros, o Bozo, o fascista tupiniquim, pretendia nos arrancar não o dedo, mas a liberdade, tantas vezes ameaçou as instituições da nossa incipiente democracia, portanto muito mais razão temos para esfregarmos o dedão nas suas fuças como sinal de vitória e por seu extravio da política brasileira pela sua irresponsabilidade em todos os setores de nossa república, desde a saúde, educação, cultura, meio ambiente, até as relações internacionais com o isolamento do Brasil, enfim que o seu destino e de sua horda de malfeitores doravante seja uma longa jornada noite adentro rumo ao lixo da história.

terça-feira, 29 de novembro de 2022