quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

1948…


1948…

A noiva agradece. 
O poeta reflete sobre 
o que permanece:

flor amarelada,
 fita em sépia, nota (ídem)
de forma educada,

ao fim, um pretexto
a propósito daquele 
delicado gesto. 


***


Buganvílias ao vento


Eu fiz essa música há muitos anos, tem muita influência das grandes orquestras de jazz que nesse tempo eu ouvia muito, por isso eu tinha dúvidas se havia ou não trechos melódicos iguais aos de alguma música conhecida. Gravada só com o meu piano, pesquisei se o Google Music identificava, não identificou. Depois de feito o arranjo pelo aplicativo, pesquisei outra vez e nada. Então, parece que está tudo certo, não há nenhum escape inconsciente, é minha mesmo. 


Ela nunca teve um título, mas quando fiz ao piano, o que me inspirava eram as grandes orquestras de jazz que o papai e a mamãe escutavam depois do jantar na sala da casa da rua dr. Pompeu. Depois do poema 1948 e do arranjo feito no aplicativo, eu quis associar os dois, eu pensei em dar o mesmo título. Perguntei à Gilda o que ela poderia associar à música pra lhe dar um título, ela sugeriu Buganvílias ao vento. Achei boa a ideia e ficou. 




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