Queridos Valéria e Cândido…
É com o coração transbordando de uma emoção que há muito não sentíamos que voltamos à Santa Mônica.
A fazenda que papai e mamãe fundaram com o suor de suas mãos e a força de seus sonhos na já longínqua década de 70 foi por muito tempo o espaço das nossas diversões mais soltas e hoje o berço das nossas memórias mais preciosas.
Desde que a mamãe, na sua dor e na sua força, fez a transição para as suas mãos, sabíamos que o legado estaria seguro, mas a beleza que encontramos hoje aqui... Ah, essa beleza superou toda a nossa imaginação!
Cada detalhe, cada peça na decoração, o capricho que salta aos olhos e acolhe a alma, fala não apenas do seu bom gosto, Valéria, mas principalmente das suas devoção e fé que Cândido compartilha. Os motivos religiosos, as imagens que abençoam cada canto, trouxeram uma luz nova e sagrada a este espaço que mamãe e papai tanto amavam. Vocês não apenas cuidaram, vocês elevaram este lugar a um novo patamar de paz e espiritualidade.
Saber que o nosso refúgio de lazer e afeto se transformou em um espaço que irradia fé e acolhimento nos enche de uma alegria profunda e de uma gratidão imensa. Vocês honraram e deram continuidade ao trabalho iniciado por papai e mamãe.
Eles plantaram as raízes de uma fazenda familiar, e vocês regaram e fizeram florescer um jardim de bênçãos.
Obrigado, do fundo do nosso coração, por manterem viva a essência da Santa Mônica, porque havia amor e paz, hoje há amor, paz, continuidade com muita fé. É um presente indescritível estar de volta e testemunhar a beleza da obra que vocês recriaram.
Com todo o nosso afeto e gratidão,
Caíque, Gilda e família.
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